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Programa Move+ aperfeiçoa gestão comercial e contribui para exportação de MPEs

Redação

O Sebrae Nacional realizou, em 1º de junho, um Encontro de Gestores para debater os impactos do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, já em vigor, e as ações de apoio para que pequenos negócios acessem novos mercados. Uma das principais estratégias apresentadas foi o Move+, programa do Sebrae que aprimora a gestão comercial das empresas e as conecta a compradores. Em 2025, a iniciativa atendeu 1,8 milhão de empresas com soluções de mercado e promoveu 198 mil ações, como consultorias e rodadas de negócios.

O evento, sediado no Sebrae Nacional, reuniu colaboradores de todo o país e representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), da Confederação Nacional de Indústria (CNI) e da DHL, líder global em logística. O objetivo foi alinhar as estratégias do Sistema Sebrae no apoio a micro e pequenas empresas (MPEs) diante desse novo cenário.

Ivan Tonet destacou o programa Move+ como uma das principais estratégias para expandir a atuação dos pequenos negócios.

O Acordo Mercosul-União Europeia estabelece uma área de livre comércio entre 31 países, com um PIB superior a US$ 22 trilhões. Isso abre novas oportunidades para micro e pequenas empresas acessarem mercados e elevarem seus padrões de competitividade, tanto no Brasil quanto no exterior.

Ivan Tonet, gerente adjunto da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae, informou que o Move+ apoiará os pequenos negócios para atuação nos mercados nacional, internacional e também digital. Em 2027, o programa focará também no apoio à atuação de MPEs sobre bioeconomia. O Move+ se integra a outras soluções do Sebrae que visam expandir a atuação e a inovação dos pequenos negócios, como o Cliente 360.

Gustavo Melo, da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional, ressaltou que a internacionalização não é um tema de fácil compreensão para os empresários, enfatizando a importância de parcerias com entidades como a Apex, a CNA e a CNI. Ele explicou: “Estamos tentando traduzir tudo que é falado da temática de importação, exportação, como colocar todas as atividades dessas entidades em prol do empresário, que é o centro das atenções. Cada entidade entra com sua expertise, deixando essa jornada mais compreensível para o empresário.”

A facilidade de importar insumos, máquinas e tecnologias de ponta foi apontada, no encontro, como uma das grandes oportunidades para o empresário brasileiro com o novo acordo. Getúlio Vaz, da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae, destacou que, para aproveitar as oportunidades em novos mercados, os pequenos negócios precisam ter acesso à informação e aumentar a competitividade. Ele afirmou: “Internacionalizar é mais do que vender para fora, é abrir portas, fortalecer a marca e colocar o Brasil no mercado global.”

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