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Palestra promovida pela Escola de Governo amplia debate sobre fibromialgia e saúde dos servidores

Redação

Palestra em Rondônia Aborda Fibromialgia e Bem-Estar de Servidores

A Escola de Governo de Rondônia, ligada à Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), promoveu na quarta-feira (27) a palestra “Dor que não se vê: entendendo a fibromialgia além dos preconceitos”. O evento teve como meta expandir o conhecimento sobre a fibromialgia, fomentar o acolhimento e fortalecer iniciativas de saúde e qualidade de vida para os servidores públicos estaduais.

A iniciativa foi motivada pelo aumento dos diagnósticos de fibromialgia e pelos significativos impactos que a condição acarreta na esfera pessoal, social e profissional dos indivíduos afetados. Por ser uma doença muitas vezes invisível e pouco compreendida em seus sintomas e efeitos, pacientes frequentemente enfrentam desafios no reconhecimento de suas limitações e na obtenção de compreensão social.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, enfatizou a relevância de ações de conscientização e cuidado com a saúde dos servidores. “Nosso compromisso é fortalecer políticas que valorizem as pessoas e promovam ambientes de trabalho mais humanos, acolhedores e saudáveis para todos os servidores”, declarou.

A palestra foi conduzida pela fisioterapeuta Camila Machado Azevedo, especialista em correção postural e pilates clínico, e pelo psicólogo Alexandre Cunha de Oliveira, mestre em Psicologia e especialista em Neuropsicologia Histórico-Cultural, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Psicologia do Desenvolvimento.

Durante a programação, os especialistas abordaram os principais sintomas da fibromialgia, suas possíveis causas, opções de tratamento, os impactos no ambiente de trabalho e a conexão entre estresse emocional e a intensificação dos sintomas. Foram também apresentadas estratégias de autocuidado, manejo da doença e acolhimento institucional.

A atividade estimulou reflexões sobre saúde ocupacional e bem-estar no serviço público, sublinhando a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento multiprofissional e da criação de ambientes de trabalho mais empáticos, inclusivos e humanizados. O conteúdo programático incluiu ainda discussões sobre dor crônica e a invisibilidade do sofrimento, impactos psicossociais da doença, limitações funcionais, aspectos cognitivos relacionados ao “fibrofog”, e a relação entre corpo, emoções e vida social.

A secretária da Sepog, Beatriz Basílio, destacou a importância de iniciativas que promovam a saúde física e mental dos servidores estaduais. “Falar sobre fibromialgia é também falar sobre empatia, acolhimento e respeito. A Escola de Governo cumpre um papel fundamental ao promover espaços de informação e conscientização que fortalecem o cuidado com as pessoas e contribuem para ambientes institucionais mais humanos e saudáveis”, afirmou.

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